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Escrita como linguagem

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A escrita é a minha linguagem e hoje, ao acordar, ela me veio dilaceradamente para fazer o parto das ideias. Tenho quatro suportes em que as registro: um público, dois que registro à caneta e um bem particular e privado, daqueles que desejamos que nunca sejam localizados. Fonte: IA. A escrita nos muda, nos transforma, nos cura, nos possibilita reviver, recordar... Deus nos deixou um livro escrito para conhecê-lo. Deus me ensinou a usar a escrita como auxílio para peregrinar neste mundo, em meio às pedras do caminhar. É na escrita que me revivo, transformo, sigo, entendo-me. Nesse novo ciclo de muita valorização da essência, da natureza, eis que ela vem. Aline segue poeticamente se encontrando, muita mudança por aqui, dessa forma serena, calma. Não é a mesma Aline, mas a linguagem para registrar e atravessar esse novo ciclo continua a mesma. Há um novo caminhar, repleto de poesia, mudança, reflexão, mas tudo com muita valorização do respeito a mim, aquele que não aceita desrespeito... P...

Não te torna aquilo que te feriu

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  Eu luto contra isso. Freire nos alertou: o oprimido não pode oprimir.

Romanos 11:36

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Mudanças para florescer

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Aline

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A delicadeza e o significado vão muito além da fofurice desse presente: rosa, Aline, verde, borboleta e coração. Preciso dizer que amei? Assim como amo a lindeza que me entregou, sensível, inteligentíssima e com uma autonomia nível máximo. #delicadeza #docência #presente #borboleta #coração  

O simbolismo do logo do Gepincei

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  O logo do Grupo de Estudos e Pesquisas em Inclusão na Educação Infantil (Gepincei) tem como elemento central o dente-de-leão, uma planta cuja delicadeza e força traduzem, de maneira sensível e profunda, os princípios que orientam a pesquisa, a formação e o compromisso com a Educação Inclusiva no âmbito do grupo. Embora seja uma planta aparentemente simples e delicada, o dente-de-leão carrega uma poderosa mensagem sobre crescimento, transformação, resistência e disseminação de possibilidades. Quando suas sementes são levadas pelo vento, elas alcançam diferentes lugares, germinando em novos solos e dando origem a novas plantas. Essa característica pode ser relacionada à produção e à socialização do conhecimento científico desenvolvidas pelo grupo. As pesquisas, estudos, encontros formativos e ações do Gepincei não permanecem restritos ao espaço acadêmico; ao contrário, espalham-se por diferentes contextos educacionais, alcançando professores, estudantes, pesquisadores e comunidades...

Grupo de estudos e pesquisas Gepincei- Cadastrado no CNPq e certificado pela UNESP

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  Aos 16 anos, comecei a receber flores, algo que se intensificou na adolescência e, depois, na docência. De todas as flores e plantas que recebi, não consegui manter nenhuma viva, nem mesmo um cacto! Por isso, após algum tempo de alegria com a flor, costumava doar algumas orquídeas para uma vizinha da minha mãe, que as replantava e conseguia mantê-las vivas. Eu fazia de tudo para cuidar das minhas plantas e, depois de casada, quando ainda morava em apartamento, também ficava mudando os vasos de lugar, sempre em busca da melhor maneira de fazê-las sobreviver. Bom, como vocês sabem, depois de quase uma década morando em um apartamento de 44 metros quadrados, nos mudamos para uma casa. Nesses últimos meses, o Pedro me entregou, em ocasiões diferentes, dois vasinhos de flores cor-de-rosa. Eu tinha certeza de que elas não sobreviveriam, mas aproveitei ao máximo a beleza das flores. Mesmo cuidando delas, deixei os dois vasos no escritório e, adivinhem o que aconteceu? Começaram a morrer...