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terça-feira, 4 de novembro de 2014

"...ele vai te dar uma história de amor muito melhor do que você sempre sonhou"

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Foto: #FicaADica #DescanseEmDeus

Sexo do ponto de vista de Deus: capítulo 6 do Eu amo você




Olá princesas, hoje, continuo a relatar sobre o livro Eu amo você, no sexto capítulo desse livro intitula-se "Sexo do ponto de vista de Deus" o autor inicia dizendo que somente 15% dos jovens aprenderam sobre sexo na igreja e nos lares, o que demonstra a necessidade de se falar de sexo nesses espaços.
Os meios de comunicação tratam muito desse tema, o que pode confundir os jovens. O autor relata que em gênesis 24 há  "Por isso deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tomando-se os dois uma só carne. "
Assim "A primeira palavra é "deixa". O homem deixa, emocionalmente, de ser filho e se torna marido. Semelhantemente a mulher deixa, emocionalmente, de ser
filha e assume o papel de esposa. Quando não há este 'abandono' emocional, há problemas no casamento, especialmente relacionados com os sogros. A segunda palavra é "une". No hebraico significa "cimentar". Sabe, jovem, o plano original de Deus é que duas pessoas casadas expressem o seu amor mútuo e desfrutem dele através do ato sexual."

O casamento é plano de Deus e no plano original de Deus não há divórcio, entretanto na bíblia há a passagem em que Jesus é interrogado sobre o divórcio e diz que Moisés escreve sobre o divórcio por causa da dureza do coração do povo.

Após isso, o autor faz  cinco observações sobre o sexo no casamento:

1º  sexo é restrito ao relacionamento do casamento;

2º  sexo  gera filhos 

"... é importante frisar, no mundo tão egoísta em que vivemos, que os filhos são uma bênção para qualquer família. No relacionamento entre marido e mulher, o ato conjugal foi designado por Deus para providenciar um meio de expressar a profunda unidade entre o casal." 

3º sexo é comunicativo

"Há uma comunhão de espírito quando há a união dos corpos. Isto pode explicar porque em Gênesis 4.1 o Espírito Santo achou por bem usar a palavra "conheceu". O termo "conheceu" é a melhor maneira de expressar o ato conjugal. É a intimidade proveniente da experiência de tornar-se "uma só carne". No plano de Deus, o sexo foi designado para providenciar uma revelação total do amado. Quando o casal dá de suas energias, seus sentimentos e afeições, num relacionamento físico, marido e mulher experimentam uma comunicação íntima. Esse é o meio de
"conhecer" um ao outro. Cada vez que um casal, comprometido através do amor conjugal, tem uma relação física, está celebrando a experiência de "uma só carne." As implicações práticas dessa experiência são muitas, porque o ato conjugal não é somente um ato físico mas também emocional e espiritual. Tenho conversado com casais que me dizem: "Jaime, quando nós temos este relacionamento, nós nos sentimos mais perto do Senhor do que em qualquer outra hora do casamento." A idéia que prevalece nos meios evangélicos é que o sexo é carnal e não pode ser considerado um exercício espiritual.Mas as Escrituras nunca estabelecem tais categorias na vida cristã. Agora, há o perigo de pensarmos que o casal somente precisa se comunicar nesta área da vida."

4º sexo proporciona prazer conjugal

"Uma moça que estava tendo algumas dificuldades no seu relacionamento com o noivo, contou-me a seguinte história: "Jaime, a minha mãe me ensinou, quando eu era garota, que o sexo é sujo e. deve ser usado apenas para gerar filhos e que, para a mulher casada, é "uma cruz" que ela precisa carregar durante os anos do casamento. Filha, agüente firme, "leve sua cruz, e Deus lhe dará forças". Não é de admirar que esta moça estivesse encrencada com o noivo. Ele cria que o sexo não é sujo e que uma de suas funções também é proporcionar prazer e bem-estar tanto do
marido quanto da esposa. Ela então perguntou: "Jaime, a Bíblia tem alguma coisa a dizer sobre isso? Existe a possibilidade dentro do plano de Deus de desfrutar do sexo sem o intuito de procriação?". Eu falei: "Sim, a Bíblia é abundantemente clara ao dizer que Deus designou o sexo para ser também um meio de prazer". Os escritores da Bíblia, às vezes usando uma linguagem poética, descrevem os órgãos genitais, os impulsos, energias e desejos sexuais. Uma ilustração deste fato encontramos em Provérbios 5, onde o grande sábio Salomão exorta seu filho sobre os perigos da mulher adúltera e exalta as delícias da expressão sexual com a esposa."


"O livro de Cantares de Salomão é uma expressão do amor físico de duas pessoas que se amam muito. Sim, a nossa sexualidade também foi criada para o prazer e alegria do casal. É importante que o casal desenvolva uma mentalidade saudável sobre este setor tão importante da vida. "


5º "sexo é uma experiência de dar."

" O amor "eros" é o amor sexual no casamento. Isso é Importante, mas esse tipo de amor precisa ser permeado pelo amor "ágape", que é o amor de Deus. O amor de Deus se manifesta em dar: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu..."


O autor destaca que: "A mulher não tem os mesmos impulsos sexuais que o homem. Isso não quer dizer que ela não é sexual. Ela é tão sexual quanto o homem. Embora não tenha os mesmos impulsos do homem por causa da sua dinâmica biológica, ela também tem necessidades físicas e emocionais."

Ele relata que muitas esposas sentem que o sexo é como se fosse sua cruz no casamento, pois sentem-se como se os maridos a usassem e jogassem fora "Ás vezes, por questão de ignorância por parte do marido, que não compreende que o período de despertamento da mulher para conseguir o orgasmo é bem mais longo do que o do homem. Outras vezes não é questão de ignorância, mas falta de paciência e sensibilidade do marido para com a esposa. O período de esfriamento da esposa é mais vagorosa, e, portanto, o homem não deve fastar-se dela logo, porque, procedendo assim, ela pode sentir-se como "uma coisa" para o prazer dele. Para a mulher o ato conjugal é muito mais emocional do que para o homem. Ela se envolve muito mais
emocionalmente do que o marido. Portanto, é importante manter um ambiente de amor, bondade, carinho e compreensão dentro do lar, não somente na hora do relacionamento físico, mas em todos os níveis de relacionamento."

O autor cita um versículo importante: I Coríntios 7.1-5: "Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque mulher, mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa e cada uma seu próprio marido. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também semelhantemente a esposa ao seu marido. A. mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim, o marido, e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim, a mulher. Não vos priveis um ao outro salvo, talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e novamente vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência. "

Por fim ele relata "Um dos desafios para os pais cristãos e para a liderança da igreja é desenvolver atitudes bíblicas sobre a sexualidade humana e abrir o jogo com seus filho para que eles tenham uma vida feliz e saudável e possam, assim, construir famílias totalmente cristãs."


domingo, 2 de novembro de 2014

Professorando 4: relatos escolar da vida de uma professora

Continuando o relato da minha vida escolar...

No terceiro ano de UNESP, iniciei os estágios curriculares obrigatórios, iniciei pelo fundamental (pelo fato de gostar mais) voltei para a escola que tinha realizado estágio remunerado e contei histórias nos três meses que frequentei a escola. Posteriormente, estagiei em um berçário e depois na EMEI, a unidade escolhida foi a que eu estudei com cinco e seis anos.
Além disso, em 2011, também fiz aula de teatro, em uma aula a professora trabalhou com as emoções que fez com que eu contasse a minha história, assim, contei a história do que eu senti em voltar em um lugar que tinha estudado há 15 anos. Após contar a história, a professora de teatro pediu que eu a escrevesse e ela foi lapidada da seguinte forma:




Minha história: Presente e passado entrelaçado

Conheço uma menina que resolveu voltar para a escola que ela tinha estudado há 15 anos, porém dessa vez ela não era denominada como aluna, mas sim como estagiária.  A menina entrou na escola ansiosa para encontrar algo que lhe parecesse familiar, então ela olhou para o pátio e lembrou que era nele que ficava sentada em fila esperando sua mãe chegar, quase sempre ela fixava o olhar no portão procurando a mãe que nunca era a primeira a entrar.
-Hei Pedro, sua mãe chegou! Carla agora é a sua- dizia a menina.
Após alguns minutos que o portão tinha sido aberto a menina continuava sentada esperando, e enquanto isso ela brincava de “caminhão de laranja”, “babaloo” e tantas outras brincadeiras que utilizavam as mãos. Mas agora já tinha se passado 15 anos, ela olhou para a direita procurando o “parque” e encontrou as gangorras, os balanços, mas não encontrou o brinquedo que ela mais gostava: o trepa - trepa, que permitia que ela ficasse mais alta que os adultos.
            Ela olhou para a esquerda, procurando a piscina que tanto gostava, entretanto encontrou uma quadra no lugar da azul piscina que era utilizada poucos dias no mês.            Sem desistir de encontrar resquícios do passado a menina colocou-se nas pontas dos pés e inclinou o corpo procurando enxergar o extremo da escola, e então ela sorriu, ao perceber que ainda tinha algo que permanecia da mesma forma, era  o tanque de areia. No mesmo instante ela imaginou-se garotinha, sentada em meio aquele marrom todo, ela tocava aquela areia que escorria por seus dedos. A garotinha adorava construir castelos das histórias que a professora contava, era “Cinderela”, “Bela e a Fera”, “Branca de Neve” e tantas outras histórias.
            Ela sempre pensava:
            - Esse castelo será da “Chapeuzinho Vermelho”, coitada não teve príncipes e nem castelos.
            Enquanto pensava também fazia muro, pontes e duas portas para o castelo.
            Quando cansava de fazer castelo, pegava o balde enchia de areia e misturado com imaginação, aquela areia virava bolo de morango, bolo de chocolate, e se encontrava um graveto ele logo era transformado em vela de bolo de aniversário e se quisesse uma festa era só chamar os colegas da classe que prontamente cantavam parabéns, e na hora de assoprar a velinha diziam:
            - Assopra mais forte igual ao lobo mau dos três porquinhos.
            Mergulhada em sua imaginação, ela voltou para o pátio e levou o olhar para o lado, foi quando ela paralisou, não acreditava no que estava vendo, em um momento tudo parecia ter voltado 15 anos da sua história, a menina tinha encontrado a professora de quando era aluna daquela escola. A professora não tinha mudado, continuava com o mesmo cabelo a mesma pele e mesmo sem reconhecer sua aluna do passado, a adorável e serena professora esboçou um sorriso singelo e simples, naquele momento passado e presente se entrelaçava, foi quando a professora disse:
            - “Hei turma, vamos turma tomar o lanche...”
            Ela olhou para a sua ex-aluna, e disse
            -“essas crianças!”
            A menina permaneceu observando a professora, seguindo-a com o olhar e procurando alguma coisa do passado. Até que percebeu que a professora não era mais a mesma, apesar de aparentemente estar igual, algo tinha mudado, pois a professora que antes era admirada e considerada uma heroína que a pequenina sonhava em ser igual, agora parecia tão frágil.
            A professora não era a mesma, a menina tinha certeza. Foi então que a estagiária percebeu que fazia menos de 05 minutos que ela estava naquele pátio, e que nesse tempo ela tinha voltado quinze anos da sua história, passado e presente tinha se entrelaçado.
            Refletindo, a estagiária considerou que antes a professora parecia tão forte e grande porque a menina era pequenina e a olhava de baixo para cima, agora ela está do tamanho da professora e a olha frente a frente.
            Não sei se fiz certo revirar nas minhas memórias, que como um baú foi aberto no exato momento que olhei para aquele pátio na posição de estagiária. Se é certo fazer isso eu não sei, mas de uma coisa eu sei: esse baú continua aberto, para tantas e tantas HISTÓRIAS, tantas e tantas MEMÓRIAS.                            

                                                                                                  Aline de Novaes
                                                                                             23/08/11

            Essa história representa uma etapa muito importante da minha vida e realmente o baú de memórias continua aberto...Em breve continuo a proposta do "Professorando", postando sobre minha escolha em ser professora!