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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Professorando 4: relatos escolar da vida de uma professora

Continuando o relato da minha vida escolar...

No terceiro ano de UNESP, iniciei os estágios curriculares obrigatórios, iniciei pelo fundamental (pelo fato de gostar mais) voltei para a escola que tinha realizado estágio remunerado e contei histórias nos três meses que frequentei a escola. Posteriormente, estagiei em um berçário e depois na EMEI, a unidade escolhida foi a que eu estudei com cinco e seis anos.
Além disso, em 2011, também fiz aula de teatro, em uma aula a professora trabalhou com as emoções que fez com que eu contasse a minha história, assim, contei a história do que eu senti em voltar em um lugar que tinha estudado há 15 anos. Após contar a história, a professora de teatro pediu que eu a escrevesse e ela foi lapidada da seguinte forma:




Minha história: Presente e passado entrelaçado

Conheço uma menina que resolveu voltar para a escola que ela tinha estudado há 15 anos, porém dessa vez ela não era denominada como aluna, mas sim como estagiária.  A menina entrou na escola ansiosa para encontrar algo que lhe parecesse familiar, então ela olhou para o pátio e lembrou que era nele que ficava sentada em fila esperando sua mãe chegar, quase sempre ela fixava o olhar no portão procurando a mãe que nunca era a primeira a entrar.
-Hei Pedro, sua mãe chegou! Carla agora é a sua- dizia a menina.
Após alguns minutos que o portão tinha sido aberto a menina continuava sentada esperando, e enquanto isso ela brincava de “caminhão de laranja”, “babaloo” e tantas outras brincadeiras que utilizavam as mãos. Mas agora já tinha se passado 15 anos, ela olhou para a direita procurando o “parque” e encontrou as gangorras, os balanços, mas não encontrou o brinquedo que ela mais gostava: o trepa - trepa, que permitia que ela ficasse mais alta que os adultos.
            Ela olhou para a esquerda, procurando a piscina que tanto gostava, entretanto encontrou uma quadra no lugar da azul piscina que era utilizada poucos dias no mês.            Sem desistir de encontrar resquícios do passado a menina colocou-se nas pontas dos pés e inclinou o corpo procurando enxergar o extremo da escola, e então ela sorriu, ao perceber que ainda tinha algo que permanecia da mesma forma, era  o tanque de areia. No mesmo instante ela imaginou-se garotinha, sentada em meio aquele marrom todo, ela tocava aquela areia que escorria por seus dedos. A garotinha adorava construir castelos das histórias que a professora contava, era “Cinderela”, “Bela e a Fera”, “Branca de Neve” e tantas outras histórias.
            Ela sempre pensava:
            - Esse castelo será da “Chapeuzinho Vermelho”, coitada não teve príncipes e nem castelos.
            Enquanto pensava também fazia muro, pontes e duas portas para o castelo.
            Quando cansava de fazer castelo, pegava o balde enchia de areia e misturado com imaginação, aquela areia virava bolo de morango, bolo de chocolate, e se encontrava um graveto ele logo era transformado em vela de bolo de aniversário e se quisesse uma festa era só chamar os colegas da classe que prontamente cantavam parabéns, e na hora de assoprar a velinha diziam:
            - Assopra mais forte igual ao lobo mau dos três porquinhos.
            Mergulhada em sua imaginação, ela voltou para o pátio e levou o olhar para o lado, foi quando ela paralisou, não acreditava no que estava vendo, em um momento tudo parecia ter voltado 15 anos da sua história, a menina tinha encontrado a professora de quando era aluna daquela escola. A professora não tinha mudado, continuava com o mesmo cabelo a mesma pele e mesmo sem reconhecer sua aluna do passado, a adorável e serena professora esboçou um sorriso singelo e simples, naquele momento passado e presente se entrelaçava, foi quando a professora disse:
            - “Hei turma, vamos turma tomar o lanche...”
            Ela olhou para a sua ex-aluna, e disse
            -“essas crianças!”
            A menina permaneceu observando a professora, seguindo-a com o olhar e procurando alguma coisa do passado. Até que percebeu que a professora não era mais a mesma, apesar de aparentemente estar igual, algo tinha mudado, pois a professora que antes era admirada e considerada uma heroína que a pequenina sonhava em ser igual, agora parecia tão frágil.
            A professora não era a mesma, a menina tinha certeza. Foi então que a estagiária percebeu que fazia menos de 05 minutos que ela estava naquele pátio, e que nesse tempo ela tinha voltado quinze anos da sua história, passado e presente tinha se entrelaçado.
            Refletindo, a estagiária considerou que antes a professora parecia tão forte e grande porque a menina era pequenina e a olhava de baixo para cima, agora ela está do tamanho da professora e a olha frente a frente.
            Não sei se fiz certo revirar nas minhas memórias, que como um baú foi aberto no exato momento que olhei para aquele pátio na posição de estagiária. Se é certo fazer isso eu não sei, mas de uma coisa eu sei: esse baú continua aberto, para tantas e tantas HISTÓRIAS, tantas e tantas MEMÓRIAS.                            

                                                                                                  Aline de Novaes
                                                                                             23/08/11

            Essa história representa uma etapa muito importante da minha vida e realmente o baú de memórias continua aberto...Em breve continuo a proposta do "Professorando", postando sobre minha escolha em ser professora!

Sexo...pais: capítulo 4 e 5 do Eu amo você

Postei o texto abaixo no blog Princesas de Jesus


Olá princesas, hoje, venho continuar a postagem sobre o livro Eu amo você , relatarei o capítulo 4 e 5, no no capítulo 4, intitulado “Sexo... Por que esperar até o casamento!”o autor afirma que o namoro é o maior problema do jovem evangélico, pelo fato do relacionamento físico poder ferir a vontade do Senhor, ele alerta que a palavra defraudação “[...] significa tirar vantagem sobre seu irmão. Há várias maneiras  de defraudar mas Paulo está especificamente se referindo a  uma defraudação sexual. Defraudar significa excitar ou despertar desejos sexuais na vida duma outra pessoa, desejos que não podem ser satisfeitos dentro da vontade de Deus, que  é o casamento.”

Ele também destaca:

“namorado(a) ou noivo(a) não é sua propriedade. Ele pertence ao Senhor. Portanto, promiscuidade antes do  casamento representa roubar do outro a sua virgindade que deve ser levada para o casamento.”

Assim, o autor não estabelece limites, mas diz que o limite do toque físico no namoro está quando o jovem incita desejos sexuais, isso pode ser pegar na mão para uns, beijar para outros, olhar e etc.

“Quando a intimidade física se desenvolve  antes da intimidade espiritual, urna nuvem de culpa aparece entre o casal e entre eles e o Senhor. Muitos casais que eu aconselho têm problemas gravíssimos no seu casamento  porque não cuidaram do seu relacionamento físico, e agora há  desconfiança, infidelidade, frustrações, brigas e sentimentos de culpa.”



No capítulo 5 intitulado “O que os pais tem a ver com  meu  namoro?”, o autor defende que é necessário buscarmos  a harmonia nos nossos lares, pois “Deus usa nossa própria família, nosso pai e mãe, os nossos irmãos e a nossa situação em casa, para nos moldar e para desenvolver em nós qualidades espirituais, preparando nos para o nosso próprio casamento.”

o autor dá duas dicas para moços e moças: “Agora, aqui vai uma dica para as moças. Observem bem a maneira como o seu namorado, ou noivo, trata a própria mãe. Ele é respondão, não demonstra respeito e a desobedece? Quando vocês estão juntos, ele fala mal dela? Muito bem, aqui está uma dica importante para você: não se case com um homem assim! Espere até que ele aprenda a viver em harmonia com seus pais, tratando a sua mãe com honra e  respeito, porque um dia ele, certamente, irá tratá-la da mesma maneira. Mas agora eu vou falar para os rapazes. Observem bem a maneira como a sua namorada ou noiva trata o pai dela. Ela é respondona? Ela fala mal do pai quando vocês estão juntos? Ela não liga para as ordens dele? Muito bem, se ela demonstra atitudes assim negativas, um dia ela vai agir com você da mesma maneira que age com o pai. Enquanto ela está na casa dos pais, o pai é a autoridade na vida dela, mas, uma vez casados, você se torna a autoridade sobre ele. 


Por fim, destaco um ponto crucial do capítulo "A melhor coisa que uma mãe pode dar como herança às suas filhas é ser submissa ao pai delas, e a melhor herança que um pai pode dar aos seus filhos é amar a mãe deles”




terça-feira, 28 de outubro de 2014

Mal sabia ele que era mais feliz sem ter aquilo que tanto desejava...

Fantástico, não resisti, compartilho o texto postado no blog da Pati Geiger:





"Seguiam os quatro assim...
pela estrada de tijolos amarelos.
Tentando chegar à cidade de Oz, para que o famoso mágico pudesse lhes conceder seus desejos.
Dorothy, só queria voltar para casa.
O Leão Covarde, queria ter coragem.
Mas mal sabia ele que a coragem, já habitava dentro de si.
O Espantalho, só queria ter um cérebro, mesmo sendo extremamente inteligente e não se dando conta disso.
E nosso último viajante, o Homem de Lata.. ah, o Homem de Lata!
O meu personagem favorito dessa história.
Ele só queria um coração.
Mal sabia ele que era mais feliz sem ter aquilo que tanto desejava.
"Agora eu sei que tenho um coração, porque ele está doendo."





Fonte:http://ideiasnoforno.blogspot.com.br/2014/10/o-homem-de-lata.html

RECURSOS X SONHOS


Compartilho um texto de BRUNA THALITA SILVA, publicado no EEE

fonte:http://euescolhiesperar.com/artigos/recursos-x-sonhos



"Você já teve um sonho? Já quis muito alguma coisa? Você já planejou muitas coisas e simplesmente não tinha meios de realizá-las? Eu sim, muitas vezes...

Várias foram as vezes que enquanto eu sonhava e planejava, ao olhar para os recursos necessários para realizá-los, eu me sentia totalmente perdida, porque os meios pareciam estar muito acima de mim, muito distante daquilo que eu poderia de fato conseguir. 

Sempre que compartilhava meus sonhos e falava sobre os recursos necessários com os meus pais, eles diziam: “Filha, se tudo isso estiver nos planos de Deus, Ele cuidará dos recursos”. Eu, na minha ansiedade, algumas vezes tentei fazer as coisas antes do tempo, apressar a resposta de Deus, trazer o recurso que eu achava que precisava na hora que eu queria. Contudo, todas as vezes que eu descansei o meu coração no Senhor, fui surpreendida nas minhas expectativas, nem sempre eu recebi o que eu queria, mas sempre recebi o que era o melhor para que eu pudesse ver o sonho realizado.

Por que estou compartilhando isso com você hoje? Porque eu sei que assim como eu, muitos de vocês possuem sonhos os quais parecem difíceis demais de realizar, difíceis demais de viver... eu sei que muitos de vocês estão olhando para aquilo que tanto desejam e pensando: “os recursos dos quais preciso são impossíveis para mim”.

Todas as vezes que penso nos meus sonhos me lembro de três coisas: 1) A Bíblia nos diz “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jeremias 29.11). O Senhor já tem um plano para mim, se os meus planos estiverem alinhados com o dEle, então posso descansar. 2) Em Mateus 6, vemos que o Senhor cuida até mesmo dos lírios do campo, e nos alerta a não nos preocuparmos com o que vamos vestir nem comer, porque Ele se preocupa muito mais com nós. Se os meus sonhos são os sonhos de Deus, se Ele está 100% envolvido no meu sonho, então não preciso me preocupar, porque Ele se importa. 3) Em Provérbios 16, versículo 1 diz: “ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor vem a resposta da língua”. Eu posso planejar e posso sonhar, mas a resposta final, sempre será do Senhor! 4) Que bom que o meu sonho parece impossível para mim, porque o meu Deus ama fazer o impossível!

Todas as vezes que o meu coração estava alinhado com o coração de Deus, que os meus sonhos e planos faziam parte dos sonhos e dos planos dEle para mim, os recursos necessários chegaram até a mim, das mais variadas formas.

Hoje, o Senhor me deu um presente, me fez lembrar que quando Ele promete, Ele cumpre, que Ele é fiel, e que eu posso descansar totalmente na provisão dEle.

Eu sei que pelo menos um dos leitores desse artigo, precisava dessa palavra para não desistir, para não deixar o sonho morrer e para ter a esperança renovada em Deus. Talvez, esse artigo seja a resposta que você estava precisando.

Então, não deixe de sonhar só porque parece difícil, não impeça o mover de Deus através da sua vida... se os seus sonhos estiverem alinhados com os sonhos do coração do Pai, você verá todas as coisas se realizando no tempo certo! Espere, acredite, descanse nEle!"