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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Professorando: 1 relatos da vida de uma professora

Olá queridos, quanto tempo não? Tenho postado brevemente ultimamente, entretanto o Senhor tem trazido vários temas ao meu coração, mas devido as urgências acadêmicas, o tempo está um tanto escasso.
Em breve postarei o que tem edificado a minha vida no momento. Hoje, um pouco atrasada, venho lembrar dos dias dos professores, pois de todas as comemorações eu não entendo quando alguém (ou até eu mesma) deseja parabéns para uma pessoa, sempre penso "Mas não foi Deus que sustentou? O Parabéns não é dele?", outra data que também não compreendo é as pessoas se presentearem no natal: peraí, o natal não é comemorado o nascimento de Cristo? Qual o sentido de presentear os outros? Apesar de não compreender essas comemorações, eu compreendo perfeitamente quando um aluno, uma mãe, um familiar, uma dentista, um amigo, um orientador deseja "Parabéns pelo dia dos professores".
Essa é uma profissão que deve ser parabenizada, é necessário coragem para ser professor, é claro que sou super suspeita de dizer qualquer coisa dessa área (por ser e por amar ser professora), mas vou postar algumas coisas sobre isso durante os próximos dias.
Para isso, iniciarei contando a minha trajetória com a escola de Educação Infantil até a Universidade, depois da minha escolha em ser pedagoga e de como o Senhor agiu na concretização dessa  escolha, em seguida, relatarei sobre como é ser professora e finalizarei trazendo alguns tópicos (singelos) sobre o maior educador e professor que se fez homem entre os homens: JESUS.
Bora lá? Rs




              Lembro-me do meu primeiro dia na educação infantil, tinha quase três anos e fui matriculada no período da manhã. Minha mãe levou-me chorando para uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) de Marília, quando chegamos agarrei a mão dela e não queria entrar, foi então que apareceu o vigia da escola e me segurou no colo levando-me para dentro; era um lugar com pouca luminosidade e com desenhos na parede, fiquei em prantos por algumas horas.
            No dia seguinte, não chorei, talvez no primeiro dia tivesse tido medo da minha mãe não voltar. Na EMEI Raio de Sol, divertia-me muito, principalmente com um barranco de grama que nós (os alunos), subíamos e descíamos correndo. Próximo a tal barranco, havia balanços, rodinhas, escorregadores, gangorras, trepa-trepa e tanque de areia.           
            Passávamos pouco tempo na sala de atividade, pois usávamos mais o espaço externo, era comum irmos até o pátio e confeccionarmos brinquedos com sucatas, que podiam ser levados para a casa. Constantemente, sentávamos  no chão em círculo e cantávamos músicas tradicionais (como o pintinho amarelinho, atirei o pau no gato, borboletinha, mestre André entre outras).
            Cada dia eu chegava à escola com um penteado diferente (feito pela minha mãe) e na festa junina ela colocava um chapéu com trancinhas na minha cabeça. A alegria da festa era mais dela do que minha, pois eu não gostava de dançar e às vezes ficava parada no meio do pátio enquanto todos dançavam.
             Recordo-me que na educação infantil, queria muito uma mochilinha para levar para a escola. Após alguns dias, meu pai disse que tinha comprado e tinha escondido na sala da minha casa, procurei bastante até que encontrei, fiquei muito feliz com a tal mochila que me acompanhava todos os dias na escola e dentro dela minha mãe colocava roupas (para o caso da professora precisar trocar).
            Após dois anos, mudei de casa e consequentemente tive que mudar de escola, passando a ser matriculada na EMEI “Ciranda Cirandinha”, adaptei-me rapidamente e a escola para mim era parecida com a anterior.


Amanhã continuo :)



Que a leveza e a doçura...


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Tempo que derrete

Acordo já é hora de dormir
É dia quando sento, é noite quando levanto 
A minha frente uma tela
A minha frente duas telas
A minha frente três telas
os dias voam e eu aqui sentada, digitando, lendo, apagando, revisando
É noite, mas até agora pouco era dia...
troco de local, levo junto o mais fiel companheiro dos últimos anos
há muito para ler, 
alieno-me, estou aqui envolta, quando na verdade não tenho volta
o tempo escorre e derrete,
Qual o fim? É ciclo sem fim?
Há quanto tempo isso se repete...
acostumei-me,
 aprazerei-me ou
aprisionei-me?
Há quanto tempo isso se derreTE
Há quanto tempo isso se der - RE
Há quanto tempo isso se RE-pe - TE!
Há tanto pra fazer e o tempo repetindo seu derreter,
DÊ-me e RETER a mim.





Pintura  de Salvador Dalí

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Não consegue obedecer?

Com quatro aninhos, na Escola Bíblica Dominical (EBD)  durante o momento inicial de pedido de oração ela diz:






-Queria pedir pra Deus abençoar minha mãe...É que ela me bate...Ah, ela me bate porque eu não obedeço, eu queria pedir também para poder obedecer, porque eu não consigo! Eu queria obedecer, mas eu não consigo...



Há conflitos que perpassam as idades, na busca de obedecer descobrimos que não conseguimos obedecer por completo o que nos ensina a palavra do Senhor! 
Que essa busca não seja desanimada, mas aprimorada!