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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Amor pedagógico


E o texto volta a fazer sentido...



Era um amor tão grande que a fazia chorar, que 

os faziamchorar...ela não sabia que tipo de amor 

era esse, nunca havia sentido, amar 17 e ao 

mesmo tempo? Talvez esse fosse o amor 

pedagógico que ela nunca havia ouvido falar, mas o sentiu com toda intensidade possível.

2013

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Aline e Pedro

O texto abaixo foi escrito por Lyandra (9 anos)

     


 Era uma vez uma menina  que se  chamava Aline .Um dia Aline  estava  na floresta  colhendo flores  de presente para mãe que se chamava   Ilsa .Quando Aline  estava  na floresta um menino chamado Pedro perguntou :
    -Como  é  o seu nome ?                                                                                                                               -Eu  me chamo Aline .
    -E você?
   -Pedro.                                                                                                                                                        O  tempo  passava  e Aline  ia na floresta  e via Pedro e falava :
    - Vamos   brincar ?
    -  Sim, claro.
    Então Aline disse:
   -Pedro vai na minha casa?
   -Aline vou falar para a minha mãe.
  -Tá Pedro.
  Um belo dia  Aline perguntou para o seu pai se ela podia ir na casa do amigo Pedro e o pai dela falou:
  -Sim.
 Então Aline e Pedro ficaram bons amigos Pedro falava para Aline na internet:
-Oi
 -Oi
 -Tudo  bem?
 - Tudo
Um  dia  Pedro  falou que Aline era bonita e Pedro e Aline começaram a namorar e foram felizes para sempre.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Visto-me de amor...




Visto-me de amor para trabalhar! 
Incrível é como sempre volto 
com uma peça a mais.

Apresento o Quequé: ele tinha o poder das lágrimas

Muitas vezes senti falta de um personagem ficcional neste blog, alguém para atribuir traços da realidade, alguém para sonhar, alguém para viajar com os pensamentos...Mas o personagem não vinha! E se tem uma coisa que não faço é forçar escritas criativas, os poemas nascem quando pedem para nascer e com os personagens e com as histórias ocorrem da mesma forma. Fui nascida a forceps, vai ver é por isso que não tiro palavras criativas a forceps!
Nasça quando tiver que nascer, eu aguardo...não tenho pressa. 

Nesse clima de parto espontâneo e natural que nasceu Quequé, ele vai se constituindo aos poucos e vai surgindo quando quiser...afinal Quequé só faz o quer! Que tal conhecê-lo?





Quequé,


de tão amado era sufocado! Algo nele dizia que a fragilidade era seu forte, branco como  o leite, doce como o açúcar, belo como o céu. Se alguém dizia que as lágrimas não eram argumentos, Quequé provava que isso não era verdade.
Chorava como um bebê, quem via essa cena dizia que era uma mistura de coisa linda de se ver com coração partido. Quequé tinha o poder das lágrimas, ela salgava quem quer que a visse e ainda elas tocavam o interior...



Quequé aquele que com lágrimas toca!